ICORLI-David

Redes de computadores

O que é uma rede de computadores?
Uma rede de computadores é um conjunto de dois ou mais dispositivos, que usam um conjunto de regras em comum para compartilhar recursos entre si.
Para que serve uma rede de computadores?
Após o conectar de dois ou mais computadores e/ou dispositivos poderão compartilhar os seus serviços tais como dados, impressoras, mensagens, imagens, vídeos, jogos, músicas, etc.

Vantagens e desvantagens de utilizar uma rede de computadores.

Vantagens:

- Partilha de hardware;

- Partilha de software;

- Economia de recursos;

- Partilha de dados/informação;

- Comunicação;

- Partilha de programas.

Desvantagens:

- Grande quantidade de ligações (custos);

- Cobrem pequenas distâncias;

- Taxa de transmissão da ordem de Mbps;

- Pequenos atrasos de propagação.

Redes

Lan – é uma rede de computadores utilizada na interconexão de equipamentos processadores com a finalidade de troca de dados. Um conceito mais preciso seria: é um conjunto de hardware e software que permite a computadores individuais estabelecerem comunicação entre si, trocando e compartilhando informações e recursos. Tais redes são denominadas locais por cobrirem apenas uma área limitada (10 km no máximo).
As LANs são utilizadas para conectar estações, servidores, periféricos e outros dispositivos que possuam capacidade de processamento em uma casa, escritório, escola e edifícios próximos.

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Wan - A Wide Area Network (WAN), Rede de área alargada ou Rede de longa distância, também conhecida como Rede geograficamente distribuída, é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com frequência um país ou continente. Difere, assim, das PAN, das LAN e das MAN.
Em geral, as redes geograficamente distribuídas contêm conjuntos de servidores, que formam sub-redes. Essas sub-redes têm a função de transportar os dados entre os computadores ou dispositivos de rede.

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Cliente-Servidor - é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores. Cada instância de um cliente pode enviar requisições de dado para algum dos servidores conectados e esperar pela resposta. Por sua vez, algum dos servidores disponíveis pode aceitar tais requisições, processá-las e retornar o resultado para o cliente. Apesar do conceito ser aplicado em diversos usos e aplicações, a arquitectura é praticamente a mesma.
Um cliente não compartilha de seus recursos, mas solicita o conteúdo de um servidor ou função de serviço. Os clientes, portanto, iniciam sessões de comunicação com os servidores que esperam as solicitações de entrada.

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Peer-to-peer - Peer-to-Peer (do inglês: par-a-par), entre pares (tradução livre ponto a ponto), é uma arquitectura de sistemas distribuídos caracterizada pela descentralização das funções na rede, onde cada nodo realiza tanto funções de servidor quanto de cliente.

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Modelo OSI

Este tipo de modelo consiste num conjunto de protocolos abertos (normas que podem ser adaptadas livremente), o equipamento e desenvolvimento do software. Estão destinados a funcionar em rede. O Modelo OSI subdivide-se no processo global de comunicação de dados entre computadores em rede, estes tem ainda sete níveis ou comandos (layers) cada uma das quais com determinadas funções específicas.

++ Camadas:

-Camada Física

A camada física, camada inferior do modelo OSI, diz respeito a transmissão e recepção da sequência de bits não processados não estruturado através de um suporte físico. Descreve as interfaces eléctricos/óptico, mecânicas e funcionais para o suporte físico e executa os sinais para todas as camadas mais altas.

Fornece-lhe:

  • Codificação de dados: Modifica o padrão de sinal digital simples (1s e 0s) utilizado pelo computador para acomodar melhor as características do suporte físico e para ajudar a sincronização de bits e a moldura. Determina:
    • O estado do sinal representa um 1 binário
    • Como a estação de recepção sabe quando inicia um "bit. -tempo"
    • Como a estação de recepção delimits uma moldura
  • Físico médio anexo, acomodando várias possibilidades do suporte de dados:
    • Um transceptor externo (MAU) será utilizado para estabelecer ligação com o suporte de dados?
    • O número de pinos as conexões são necessário e cada pino utilizado para?
  • Técnica de transmissão: determina se os bits codificados serão transmitidos por banda base (digital) ou sinal de banda larga (analógica).
  • Média de transmissão física: transmite bits como sinais eléctricos ou ópticos adequados ao meio físicos e determina:
    • Que opções de suporte físicas podem ser utilizadas
    • Deve ser utilizado volts/db quantas para representar um estado de determinado sinal, utilizando um suporte físico determinado
  • Subcamada MAC
  • Subcamada LLC

-Camada de enlace
A camada física, camada inferior do modelo OSI, diz respeito a transmissão e recepção da sequência de bits não processados não estruturado através de um suporte físico. Descreve as interfaces eléctricos/óptico, mecânicas e funcionais para o suporte físico e executa os sinais para todas as camadas mais altas. Fornece-lhe:

Fornece-lhe:

  • Codificação de dados: Modifica o padrão de sinal digital simples (1s e 0s) utilizado pelo computador para acomodar melhor as características do suporte físico e para ajudar a sincronização de bits e a moldura. Determina:
    • O estado do sinal representa um 1 binário
    • Como a estação de recepção sabe quando inicia um "bit.-tempo"
    • Como a estação de recepção delimits uma moldura
  • Físico médio anexo, acomodando várias possibilidades do suporte de dados:
    • Um transceptor externo (MAU) será utilizado para estabelecer ligação com o suporte de dados?
    • O número de pinos as conexões são necessário e cada pino utilizado para?
  • Técnica de transmissão: determina se os bits codificados serão transmitidos por banda base (digital) ou sinal de banda larga (analógica).
  • Média de transmissão física: transmite bits como sinais eléctricos ou ópticos adequados ao meio físicos e determina:
    • Que opções de suporte físicas podem ser utilizadas
    • Deve ser utilizado volts/db quantas para representar um estado de determinado sinal, utilizando um suporte físico determinado

-Camada de rede

A camada de rede controla o funcionamento da sub-rede, decidir que caminho físico deverá ter os dados com base nas condições de rede, prioridade do serviço e outros factores.

Fornece-lhe:

  • Encaminhamento: encaminha pacotes entre redes.
  • Controlo de tráfego de sub-rede: routers (rede camada intermédia sistemas) podem indicar uma estação emissora "optimizar novamente" sua transmissão frame quando da memória intermédia o router preenchida.
  • Fragmentação de pacotes: Se determinar que um router descendente do máximo tamanho da unidade (MTU) de transmissão é menor que o tamanho da moldura, um router pode fragmentar uma moldura para transmissão e remontagem numa estação de destino.
  • Mapeamento do endereço físico lógico: converte endereços lógicos ou nomes, para endereços físicos.
  • Gestão de contas de sub-rede utilização: tem funções de gestão de contas para manter um registo de pacotes reencaminhados por sistemas intermédios sub-rede, para produzir informações de facturação.

-Camada de transporte

A camada de transporte garante que as mensagens são entregues erros, na sequência e sem perdas ou duplicações. Liberta os protocolos de camada superiores de qualquer preocupação com a transferência de dados entre eles e os respectivos elementos.

-Camada de sessão

A camada de sessão permite estabelecimento da sessão entre processos em execução em estações diferentes.

Fornece-lhe:

  • Estabelecimento da sessão, manutenção e a terminação: permite que dois processos de aplicação de diferentes computadores para estabelecer, utilizar e terminar uma ligação, designado por uma sessão.
  • Suporte de sessão: efectua as funções que permitem que estes processos comunicar através da rede, segurança, reconhecimento de nome, registo e assim sucessivamente.

-Camada apresentação

A camada de apresentação formata os dados a ser apresentado para a camada de aplicação. Pode ser visualizado como o conversor para a rede. Esta camada pode converter dados de um formato utilizado pela camada de aplicação num formato comum numa estação emissora e converter o formato comum para um formato conhecido para a camada de aplicação numa estação de recepção.

O que fornece a camada de apresentação:

  • Conversão de código do carácter: por exemplo, ASCII para EBCDIC.
  • Conversão de dados: bit de ordem, ponto de CR-CR/LF, flutuante inteiro e assim sucessivamente.
  • Compressão de dados: reduz o número de bits que têm de ser transmitidos na rede.
  • Encriptação de dados: encriptar dados por motivos de segurança. Por exemplo, encriptação por palavra-chave.

-Camada de aplicação

A camada de aplicação funciona como a janela utilizadores e processos de aplicação para aceder a serviços de rede. Esta camada contém uma variedade de funções normalmente necessárias:

  • Redireccionamento de dispositivo e partilha de recursos
  • Acesso ao ficheiro remoto
  • Acesso de impressora remota
  • Comunicação entre processos
  • Gestão de rede
  • Serviços de directório
  • Electrónica de mensagens (tal como o correio)
  • Redes virtuais terminais

Transferência de dados

Multiplexagem

Existe dois tipos de multiplexagem:

  • A FDM que é a multiplexagem por divisão no tempo, em que o espectro de frequências é devido em diversas faixas, uma para cada transmissão ou comunicação distinta.
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Tipos de cabo:

Eléctrico

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Óptica

Fibra óptica é um pedaço de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de transmitir luz. Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrómetros (mais finos que um fio de cabelo) até vários milímetros.
A fibra óptica foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kapany. Dentre os diferentes métodos de fabricação de fibra óptica existentes, os mais conhecidos são MCVD, VAD e OVD.

Vantagens: -Dimensões Reduzidas
-Capacidade para transportar grandes quantidades de informação ( Dezenas de milhares de conversações num par de Fibra);
-Atenuação muito baixa, que permite grandes espaçamentos entre repetidores, com distância entre repetidores superiores a algumas centenas de quilómetros.
-Imunidade às interferências electromagnéticas;
-Matéria-prima muito abundante.

Pares entrançados

Os cabos de pares entrançados consiste em um ou vários pares de fios de cobre; os dois fios de cada par são entrançados, ou seja, enrolados em torno um do outro, com o objectivo de criar à sua volta um campo electromagnético que reduz a possibilidade de interferências de sinais externos.
Os cabos pares entrançados são cabos do mesmo tipo dos que são usados nas linhas telefónicas. Devido à sua relativa simplicidade e baixo custo, conjugadamente com boas características de transmissão, estes cabos têm sido largamente utilizados quer em redes locais quer em redes alargadas. Em redes alargadas, os cabos mais utilizados são os das linhas telefónicas; no entanto, também existem MAN e WAN com os seus sistemas de transmissão próprios, independentes das redes telefónicas.

-UTP
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-STP
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Categorias:
-Categoria do cabo 1 (CAT1): Consiste em um cabo blindado com dois pares trançados compostos por fios 26 AWG. São utilizados por equipamentos de telecomunicação e rádio. Foi usado nas primeiras redes Token-Ring mas não é aconselhável para uma rede par trançado.
(CAT1 não é mais recomendado pela TIA/EIA).

-Categoria do cabo 2 (CAT2): É formado por pares de fios blindados (para voz) e pares de fios não blindados (para dados). Também foi projectado para antigas redes Token Ring EARCnet chegando a velocidade de 4 Mbps.
(CAT2 não é mais recomendado pela TIA/EIA).

-Categoria do cabo 3 (CAT3): É um cabo não blindado (UTP) usado para dados de até 10Mbits com a capacidade de banda de até 16 MHz. Foi muito usado nas redes Ethernet criadas nos anos noventa (10BASET). Ele ainda pode ser usado para VOIP, rede de telefonia e redes de comunicação 10BASET e 100BASET4.
(CAT3 é recomendado pela norma EIA/TIA-568-B).

-Categoria do cabo 4 (CAT4): É um cabo par trançado não blindado (UTP) que pode ser utilizado para transmitir dados a uma frequência de até 20 MHz e dados a 20 Mbps. Foi usado em redes que podem actuar com taxa de transmissão de até 20Mbps como Token Ring, 10BASET e 100BASET4. Não é mais utilizado pois foi substituído pelos cabos CAT5 e CAT5e.
(CAT4 não é mais recomendado pela TIA/EIA).

-Categoria do cabo 5 (CAT5): usado em redes fast Ethernet em frequências de até 100 MHz com uma taxa de 100 Mbps.
(CAT5 não é mais recomendado pela TIA/EIA).

Cabo coaxial

O cabo coaxial é um tipo de cabo condutor usado para transmitir sinais. Este tipo de cabo é constituído por diversas camadas concêntricas de condutores e isolantes, daí o nome coaxial.
O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre condutor revestido por um material isolante e rodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até frequências muito elevadas e isto para longas distâncias.

Transmissões de wireless

Vantagens:

Flexibilidade: dentro da área de cobertura, uma determinada estação pode se comunicar sem nenhuma restrição. Além disso, permite que a rede alcance lugares onde os fios não poderiam chegar.
Facilidade: a instalação pode ser rápida, evitando a passagem de cabos através de paredes, canaletas e forros, portanto uso mais eficiente do espaço físico.
Redução do custo agregado: mesmo mais dispendiosa que uma rede cabeada, estão agregadas.
vantagens como: melhor utilização dos investimentos em tecnologias existentes como laptops, rede de dados e voz, aplicativos, agilidade nas respostas aos clientes.
Diversas topologias: podem ser configuradas em uma variedade de topologias para atender a aplicações específicas. As configurações são facilmente alteradas, facilidade de expansão, manutenção reduzida.

Desvantagens:

Qualidade de serviço: a qualidade do serviço provido ainda é menor que a das redes cabeadas. Tendo como principais razões para isso a pequena banda passante devido às limitações da radiotransmissor e a alta taxa de erro devido à interferência.
Custo: o preço dos equipamentos de Redes sem Fio é mais alto que os equivalentes em redes cabeadas.
Segurança: intrinsecamente, os canais sem fio são mais suscetíveis a interceptores não desejados. O uso de ondas de rádio na transmissão de dados também pode interferir em outros equipamentos de alta tecnologia, como por exemplo, equipamentos utilizados em hospitais. Além disso, equipamentos eléctricos são capazes de interferir na transmissão acarretando em perdas de dados e alta taxa de erros na transmissão.
Baixa transferência de dados: embora a taxa de transmissão das Redes sem Fio esteja crescendo rapidamente, ela ainda é muito baixa se comparada com as redes cabeadas.

Ondas rádio:

Ondas de rádio são radiações eletromagnéticas com comprimento de onda maior e frequência menor do que a radiação infravermelha. São usadas para a comunicação em rádios amadores, radiodifusão (rádio e televisão), telefonia móvel.

Ondas Microondas:

As micro-ondas são ondas eletromagnéticas com comprimentos de onda maiores que os dos raios infravermelhos, mas menores que o comprimento de onda das ondas de rádio variando o comprimento de onda, consoante os autores, de 1 m (0,3 GHz de frequência) até 1,0 mm (300 GHz de frequência) - intervalo equivalente às faixas UHF, SHF e EHF.

Ondas satélite:

Os satélites utilizados para telecomunicações ou transmissão de dados sob a forma digital encontram-se situados em órbitas geostacionárias, em torno do equador, a cerca de 30-40 Km da superfície terrestre. A comunicação com esses satélites implica antenas parabólicas, ou seja, dispositivos de transmissão e recepção capazes de efectuar: - os uplinks: as emissões da Terra para o satélite; - os downlinks: as recepções do satélite para a Terra.

Placas de rede

  • O que são?

A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre si através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. Cada arquitectura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquitecturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.

  • Para que servem?

Serve para receber e enviar informação.
As placas de rede são periféricos de entrada e saída e são utilizadas para interligar um computador a uma rede local informática.
As placas de rede variam consoante o formato, a arquitectura, a tipologia e a cablagem utilizada.
Uma placa de rede é também chamada de adaptador de rede ou NIC, é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.

Externa

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Pcmcia

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Modem

  • O que é?

A palavra Modem vem da junção das palavras modulador e demodulador. Ele é um dispositivo electrónico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefónica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original. Utilizado para conexão à Internet, BBS, ou a outro computador.

  • Para que serve?

O modem é o periférico utilizado para transferir informações entre vários computadores via um suporte de transmissão telegráfico (linhas telefónicas, por exemplo). Os computadores funcionam de maneira numérica, utilizam a codificação binária (uma série de 0 e 1), mas as linhas telefónicas são analógicas. Os sinais numéricos passam de um valor a outro, não há meio-termo, é “tudo ou nada” (um ou zero). Os sinais analógicos em contrapartida não evoluem “passo a passo”, evoluem continuamente.

  • Como Funcionam?

O computador é por meio do modem conectado à internet. O servidor do provedor de Internet atribui um endereço IP que torna o computador acessível a partir da internet. A comunicação entre computadores é feita através de portas no endereço IP, onde cada programa (grupo) usa uma porta diferente.

Modem Interno

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Modem Externo

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Funcionamento do Modem

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Repetidores

  • O que são?

Um repetidor actua na camada física (Modelo OSI). Ele recebe todos os pacotes de cada uma das redes que interliga e os repete nas demais redes sem realizar qualquer tipo de tratamento sobre os mesmos. Não se podem usar muitos deste dispositivos em uma rede local, pois degeneram o sinal no domínio digital e causam problemas de sincronismo entre as interfaces de rede.

  • Para que servem?

Em redes locais, o repetidor serve para conexão de dois segmentos Ethernet. Desta forma, pode-se elevar a expansão máxima permitida de um segmento de rede. Os repetidores transferem pacotes de dados de um segmento de rede para outro, actualizando os sinais eléctricos padronizados, mas mantendo o conteúdo dos pacotes inalterados.

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Hub

  • O que são?

Hub (do Inglês, "transmitir") ou Radiodifusão é o processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação, tendo como principal característica que a mesma informação está sendo enviada para muitos receptores ao mesmo tempo. Este termo é utilizado em rádio, telecomunicações e em informática.

  • Como funcionam?

1ª geração-utilizados como repetidores;
-Regeneram o sinal protegendo contra atenuação e melhorando sua qualidade;
- Dispositivos que conectam vários segmentos de uma rede local, estações de trabalho ou servidores ao mesmo meio físico;

2ª geração-Gerenciamento local e remoto de seus segmentos de redes, interligação de arquitecturas diferentes.

3ª geração-Hubs inteligentes apresentam: funções de pontes (bridges), e gerenciáveis por SNMP (Simple Network Management Protocol).

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Malha ou (Mesh)

O que é?

Redes do tipo mesh possuem a vantagem de serem redes de baixo custo, fácil implantação e bastante tolerantes a falhas. Á esta característica tem-se dado o nome de "resiliência". Nessas redes, Roteadores sem fio são geralmente instalados no topo de edifícios e comunicam-se entre si usando protocolos como o OLSR em modo ad hoc através de múltiplos saltos de forma a encaminhar pacotes de dados aos seus destinos. Usuários nos edifícios podem se conectar à rede mesh de forma cabeada, em geral via Ethernet, ou sem fio, através de redes 802.11. Quando estiverem 100% definidos os parâmetros para padronização do protocolo mesh pelo IEEE, este protocolo será denominado padrão 802.11s.

Como Funciona?

O segredo do sistema mesh está no protocolo de roteamento, que faz a varredura das diversas possibilidades de rotas de fluxo de dados, com base numa tabela dinâmica, onde o equipamento selecciona qual a rota mais eficiente a seguir para chegar ao seu objectivo, levando em conta a maior rapidez, com menor perda de pacotes, ou o acesso mais rápido à internet, além de outros. Esta varredura é feita diversas vezes por segundo ou intervalo de tempo, sendo transparente ao usuário, mesmo quando ocorre alteração de rota de acesso aos gateways, que são os nós que possuem acesso directo à internet. Por exemplo, quando o nó que estava sendo utilizado pára de funcionar, o sistema se rearranja automaticamente, desviando o nó defeituoso, sem que usuário perceba ou perca a conexão.

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Anel ou (Ring)

O que é?

A topologia de rede em anel consiste em estações conectadas através de um circuito fechado, em série, formando um circuito fechado (anel). O anel não interliga as estações directamente, mas consiste de uma série de repetidores ligados por um meio físico, sendo cada estação ligada a estes repetidores. É uma configuração em desuso.

Como Funciona?

Redes em anel são capazes de transmitir e receber dados em configuração unidirecional; o projeto dos repetidores é mais simples e torna menos sofisticados os protocolos de comunicação que asseguram a entrega da mensagem corretamente e em seqüência ao destino, pois sendo unidirecionais evita o problema do roteamento.

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Barramento ou (Bus)

O que é?

Rede em barramento é uma topologia de rede em que todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados. Apesar de os dados não passarem por dentro de cada um dos nós, apenas uma máquina pode “escrever” no barramento num dado momento. Todas as outras “escutam” e recolhem para si os dados destinados a elas. Quando um computador estiver a transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada e se outro computador tentar enviar outro sinal ao mesmo tempo, ocorre uma colisão e é preciso reiniciar a transmissão.

Como Funciona?

Essa topologia utiliza cabos coaxiais, para cada barramento existe um único cabo, que vai de uma ponta a outra. O cabo é seccionado em cada local onde um computador será inserido na rede. Com o seccionamento do cabo formam-se duas pontas e cada uma delas recebe um conector BNC. No computador é colocado um "T" conectado à placa que junta as duas pontas. Embora ainda existam algumas instalações de rede que utilizam esse modelo, é uma tecnologia obsoleta.

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Estrela ou (Star)

O que é?

Na topologia de rede designada por rede em estrela, toda a informação deve passar obrigatoriamente por uma estação central inteligente, que deve conectar cada estação da rede e distribuir o tráfego para que uma estação não receba, indevidamente, dados destinados às outras. É neste aspecto que esta topologia difere da topologia barramento: uma rede local que use um hub não é considerada como estrela, pois o tráfego que entra pela porta do hub é destinado a todas as outras portas. Porém, uma rede que usa switches, apenas os dados destinados àquele nó são enviados a ele.

Como Funciona?

As redes em estrela, que são as mais comuns hoje em dia, utilizam cabos de par trançado e uma switch como ponto central da rede. O hub se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do hub ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o PC ligado ao componente defeituoso ficará fora da rede, ao contrário do que ocorre nas redes 10Base2, onde um mal contacto em qualquer um dos conectores derruba a rede inteira.

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Estrela Hierárquica

O que é?

Este tipo de topologia também é conhecido como topologia em árvore. Ela se caracteriza por uma série de barras interconectadas com uma barra central.
Cada ramificação significa que a informação deverá se conduzir por dois caminhos diferentes.

Como Funciona?

Esta topologia é muito usada para supervisionar aplicações de tempo real, como algumas de automação industrial e automação bancária.

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Espinha Dorsal

O que é?

-É uma rede muito complexa.
-É usada em grandes áreas, uma universidade por exemplo.
-Cada zona está separada com o seu servidor mas estes servidores estão interligados permitindo a comunicação entre a rede toda.
-São usados cabos de pares cruzados dentro da rede e para ligar os servidores fibra óptica.

Como Funciona?

Para isso geralmente, “parte-se” a rede em segmentos, que podem ser de topologias de redes diferentes, embora a comunicação seja feita como se tratasse de uma única topologia.

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Internet

A Internet surgiu a partir de pesquisas militares nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológicos e politicamente antagónicos exerciam enorme controlo e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa liderada pela União Soviética e por Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam a eficácia e necessidade absoluta dos meios de comunicação. Nessa perspectiva, o governo dos Estados Unidos temia um ataque russo às bases militares. Um ataque poderia trazer a público informações sigilosas, tornando os EUA vulneráveis. Então foi idealizado um modelo de troca e compartilhando de informações que permitisse a descentralização das mesmas. Assim, se o Pentágono fosse atingido, as informações armazenadas ali não estariam perdidas. Era preciso, portanto, criar uma rede, a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency. Em 1962, J.C.R LickLider do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) já falava em termos da existência de uma Rede Galáxia.
Em 29 de Outubro de 1969 ocorreu a transmissão do que pode ser considerado o primeiro E-mail da história O texto desse primeiro e-mail seria "LOGIN", conforme desejava o Professor Leonard Kleinrock da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), mas o computador no Stanford Research Institute, que recebia a mensagem, parou de funcionar após receber a letra "O".
Já na década de 1970, a tensão entre URSS e EUA diminui. As duas potências entram definitivamente naquilo em que a história se encarregou de chamar de Coexistência Pacífica. Não havendo mais a iminência de um ataque imediato, o governo dos EUA permitiu que pesquisadores que desenvolvessem, nas suas respectivas universidades, estudos na área de defesa pudessem também entrar na ARPANET. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela.
Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores como também os alunos e os amigos dos alunos, tiveram acesso aos estudos já empreendidos e somaram esforços para aperfeiçoá-los. Houve uma época nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, já que a diversão estava em montá-los.
A Universidade de Lisboa foi a primeira entidade em Portugal a ter uma ligação à Internet. Pouco depois, a Universidade do Minho também o fez, usando uma linha de 64Kb (da Telepac,IP sobre X.25) para a França.

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